INOVAÇÃO & TECNOLOGIA2019-10-30T16:18:52-03:00

O TOPO DA TECNOLOGIA:

É PARA LÁ QUE A INNOVA CAMINHA SEMPRE.

Nesse esforço, foram destinados ao Polo Industrial de Manaus investimentos de porte à produção do poliestireno, bem como dos filmes de polipropileno biorientado (BOPP), laminados plásticos de poliestireno (PS) e polipropileno (PP), tampas plásticas para águas minerais, sucos e refrigerantes.

Acima de tudo, a Innova capacita mão-de-obra e dá palco a talentos em diversas áreas.

Nessa seção apresentamos também o CTE, Centro de Tecnologia em Estirênicos da Innova, referência nacional em produção de patentes, sediado na sua planta petroquímica em Triunfo (RS).

O DNA da inovação, marca registrada do CTE, é para a Innova um ativo de altíssimo valor.

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Abril de 2019:  após aproximadamente R$ 600 milhões em investimentos, nossa capacidade produtiva do monômero de estireno (SM)
está duplicada à 420 mil toneladas/ano.

Uma entre tantas cenas cinematográficas dessa duplicação foi a instalação da Coluna Separadora de Etilbenzeno (EB)/Monômero de Estireno (SM) de Alta Pressão. Esse colosso de 277 toneladas, 78 metros de altura e 4,2 metros de diâmetro interno tem envergadura equivalente à de um edifício com mais de 25 pavimentos.

O equipamento chegou em cinco partes distintas, soldadas dentro da Unidade ainda na posição horizontal, para então ser içado numa única peça. Isso representa um grande feito de engenharia, em especial levando em conta que a planta de monômero de estireno (SM) opera em produção contínua.

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A Unidade IV da Innova foi erguida no Polo Industrial de Manaus como primeira petroquímica da Região Norte.

Ela produz poliestireno com tecnologia da Total Fina, de origem franco-belga, quarta petrolífera do mundo. De acordo com a demanda do mercado, seu sistema permite a flexibilização nas linhas de produção do poliestireno GPPS (para uso geral) ou HIPS (alto impacto, com adição de borracha).

O monômero de estireno, matéria-prima essencial ao processo, chega ao terminal portuário da Petrobras a partir do Golfo do México e é bombeado direto aos tanques da Innova através de tubulações com cerca de quatro quilômetros de extensão.

Na Unidade IV se dá a essência da fabricação do poliestireno, que é a polimerização: um grupo simples de átomos se transforma em estrutura de alto peso molecular, composta por unidades estruturais menores e idênticas entre si.

De monômero a polímero. De estireno à poliestireno.

Desde sua origem, em 2002, a petroquímica catalisa e forma mão-de-obra na Região Norte.

A Unidade II da Innova, em Triunfo (RS), é a primeira e única planta integrada no país a produzir o monômero de estireno (SM) e a resina poliestireno. Aqui são fabricados o GPPS (poliestireno cristal), HIPS (poliestireno alto impacto) e o EPS (poliestireno expansível).

A Unidade II da Innova abriga também o Centro de Tecnologia em Estirênicos (CTE), referência internacional na produção de patentes para o segmento.

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A Unidade Industrial I foi concebida para dar espaço ao que há de mais avançado na fabricação de filmes plásticos de polipropileno e laminados plásticos em bobinas de poliestireno (PS).

A produção dos filmes plásticos de polipropileno biorientado (BOPP) conta com tecnologia da austríaca Andritz, empresa centenária e de alto prestígio no segmento.

A linha das bobinas de laminados plásticos de poliestireno (PS) têm tecnologia da norte-americana Weles.

Todo o projeto resultou num grande aporte de conhecimento e capacitação aos profissionais da região, uma vez que a planta é a única nas regiões Norte e Nordeste a produzir filmes e laminados plásticos.

A implantação das instalações e seus equipamentos respeitou rigorosamente os requisitos de preservação do meio-ambiente, o que se atesta nas certificações ISO 9001 e ISO 14001 conferidas à Unidade Industrial I.

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Toda a concepção da fabricação de tampas plásticas na Innova parte de uma premissa que é hoje consciência e requisito dos grandes clientes do segmento de bebidas: a racionalização no uso de energia e matérias-primas, resultando em produtos mais amigáveis à natureza.

A Innova fabrica suas tampas por compressão, utilizando equipamentos e tecnologia de última geração, o que permite uma produção mais estável e homogênea. A escolha desse processo acarreta economia direta de eletricidade e redução dos rejeitos, em linha com a postura corporativa do uso racional e inteligente dos recursos naturais.

As máquinas de impressão se distinguem pela alta qualidade e riqueza no registro de pequenos detalhes mesmo em superfícies irregulares, devido ao processo denominado pad printing, com padrão reconhecidamente mais elevado.

A Innova tem capacidade de produção superior à 2 bilhões de tampas plásticas por ano.

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O Centro de Tecnologia em Estirênicos (CTE) foi inaugurado em 2005 e é referência nacional para o setor. Ele ocupa cerca de 1.000 m2 da planta industrial no Polo Petroquímico do Sul, em Triunfo (RS).

O CTE foi idealizado em detalhes para dar suporte tecnológico e estimular a competitividade do segmento: são quatro laboratórios em dia com o topo dos recursos tecnológicos e pilotados por equipes técnico-científicas preparadas para fornecer todo apoio necessário aos clientes no desenvolvimento de novos produtos e aplicações.

As demandas do mercado são dinâmicas e o CTE da Innova torna possível acompanhá-las, analisando e aprimorando os produtos.

Laboratório de Processamento

É dotado de equipamentos com escala industrial que representam os principais processos do segmento (linha de co-extrusão, injetora e termoformadoras). Isso permite que sejam testadas as melhores combinações entre as máquinas de transformação dos clientes e as resinas utilizadas.

Ou seja: redução de riscos, maior economia de tempo e esforços.

Laboratório de Reologia e Simulação

Seu sistema de reometria capilar de extrusão é capaz de avaliar o comportamento das resinas em diferentes regimes de processamento, utilizando quantidades reduzidas de amostras.

As informações geradas servem também como dados de entrada para o programa simulador de co-extrusão, sugerindo condições operacionais específicas para cada grade Innova.

O resultado final confere ao cliente menor número de tentativas para otimização das condições operacionais. Noutras palavras: máxima produtividade.

Laboratório de Polimerização

Aqui se pesquisam novas formulações para aumentar a competitividade de grades já existentes e também para o desenvolvimento de novos produtos.

Testes em escala piloto são realizados através do Sistema de Polimerização desenvolvido pela equipe de T&D da Innova, com patente do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI): ele reproduz o processo de fabricação do poliestireno de alto impacto e agiliza o ciclo de desenvolvimento de produtos.

Laboratório de Caracterização

Aqui é possível caracterizar com detalhes a composição, estrutura e propriedades dos produtos em desenvolvimento, bem como de materiais e peças finais dos clientes, tais como chapas, embalagens (injetadas e termoformadas), itens descartáveis, espumados ou mesmo bens duráveis como os das indústrias de refrigeração e de eletroeletrônicos.

O CTE também está capacitado a apoiar os clientes de estireno em suas aplicações finais (resinas acrílicas e de poliésteres, elastômeros e EPS).

Essa estrutura é dedicada especialmente a atender demandas de clientes, seja para que as resinas atinjam determinadas propriedades ou para agilizar um processo de aplicação. É também possível avaliar as propriedades das peças finais e sugerir novos testes para a otimização dos produtos.

Isso significa menor risco no processo de desenvolvimento, economia de tempo e economia de esforços para o cliente.